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Nota à comunidade sobre o movimento dos caminhoneiros

29/05/2018
Institucional

A Associação Comercial e Industrial de Lajeado (ACIL) alinhada com sua entidade maior, a Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), vem a público reconhecer como legitima a indignação dos caminhoneiros frente aos constantes aumentos dos combustíveis. Porém, entendemos como imperativa a necessidade de bom senso para que os serviços essenciais sejam garantidos e cargas perecíveis não se percam. Como diz a presidente da Federasul, Simone Leite, lembrando que a classe produtiva está sufocada, “Vivemos tempos de caos, mas o Brasil não pode parar”.

Neste sentido, também concordamos com a posição da Confederação Nacional da Indústria (CNI) de que não podemos ficar “reféns” do movimento “que prejudica a operação das indústrias, aumenta os custos, penaliza a população e tem efeitos danosos sobre a economia, que enfrenta dificuldades para se recuperar da crise recente”.

Desta forma, a ACIL, assim como a CNI e Federasul, defende a suspensão dos bloqueios das estradas enquanto as negociações estão em andamento.

“A expectativa da indústria é de que o acordo privilegie o equilíbrio e os interesses de grupos não se sobreponham aos dos demais setores da sociedade ou onerem ainda mais os custos de produção, distribuição de bens e de segurança aos cidadãos,” diz a nota da CNI.

Esta é, igualmente, a posição e expectativa da ACIL sobre o movimento.

Ao trabalho, pois o Brasil já perdeu demais!

 

Aline Eggers Bagatini
Presidente da ACIL

 

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